domingo, 17 de maio de 2009

A moda Da Gripe Suína!!!





A vida explicada em frases #5

“Ai, não, para!” - “Ai, não para!”. Com o novo acordo ortográfico, a diferença entre estupro e tesão fica por uma vírgula.

Alegria de homem necrófilo é não ter de mandar flores no dia seguinte. Até porque a parceira já ganhou flores de montão!

Eu só faço sexo por amor. Por amor aos meus orgasmos, claro!

O Drácula só faz sexo oral na mulher dele a cada 28 dias.

E aquele cara fã de sexo virtual que adorou o Twitter? É que ele sofria de ejaculação precoce.

Pílula anticoncepcional = Remédio para evitar dor de cabeça

Da atriz pornô, flagrada pelo marido com outro na cama: “Desculpe, amor, mas hoje precisei fazer hora-extra. Estou atolada de serviço.”

Os homens não encontram o Ponto G porque não gostam de parar pra pedir informação.

O maior fracasso para um homem é tirar a cueca e, em vez de a mulher gozar para ele, ela gozar dele.

Mulher menstruada é como verdura e legume: às vezes você não gosta muito, mas come assim mesmo.

O hímen hoje nada mais é do que afirmação sexual ao contrário.

Vou levar meus vibradores para serem benzidos, afinal, sexo para mim é SAGRADO.

Sex Shop Orgasmo.

SAC do SEX SHOP ORGASMO: “Desculpa, mas a senhora não quer mesmo q eu acredite q sua fantasia sadomasoquista já tenha vindo toda rasgada, né?”

SAC do SEX SHOP ORGASMO: “Desculpa, mas foi a senhora mesma quem disse que, como estava com Parkinson, não precisava de um consolo com a pilha.”

SAC do SEX SHOP ORGASMO: “Desculpa, mas pelo visto a senhora só leu o manual do produto até a introdução.”

SAC do SEX SHOP ORGASMO: “Quanto mais o senhor meter o pau na boneca inflável que comprou, menor a chance de a gente trocá-la pro senhor.”

SAC do SEX SHOP ORGASMO: “Prezada cliente, se a senhora não gostar do produto, favor enfiá-lo no rabo.”

quarta-feira, 13 de maio de 2009

O filme X-Men Origens: Wolverine é uma M...


Um filme para esquecer
Por: Ulisses Mattos

Quem não acompanha histórias em quadrinhos e já viu X-Men Origens: Wolverine pode achar um absurdo que o filme possa ser chamado de uma merda. Digo isso porque assim que terminei de assistir ao longa, em um cinema comum, em vez de uma cabine de Imprensa, vi uma menina discutindo com o amigo sobre o que haviam acabado de ver. O rapaz não parecia muito satisfeito, mas a mocinha dizia “O filme é maravilhoso e leva direitinho para a história do primeiro dos X-Men”. O garoto disse algo que não pude ouvir, pois ele falava num tom mais baixo que a menina entusiasmada, que logo completou em mais um comentário estridente: “Ah! Mas só os fãs acham isso! Só os fãs que não estão gostando!”.

É mais ou menos isso, menina. Muita gente que só conhece os X-Men no cinema vai gostar de mais essa produção, pois há bons efeitos especiais, a atuação convincente de Hugh Jackman e, claro, mais cenas de Wolverine botando para quebrar. Mas dois grandes grupos de espectadores vão achar o filme uma merda. Um deles nem precisa ser fã do Wolverine dos quadrinhos. Basta já ter visto uma penca de filmes e perceber que não há nada mais manjado do que a trama que jogaram para embrulhar a origem do herói. Não é questão nem de reclamar coisa do tipo “ah, mas nos quadrinhos não foi assim que aconteceu!”. O problema maior é que a historinha que criaram é repleta de reviravoltas artificiais, desgastadas, já vistas em outros filmes à exaustão. Essa coisa de mostrar o personagem sofrendo cada vez que descobre ter sido enganado pelas pessoas em quem confia é digno de novela mexicana. É um roteiro fraco, seja para o Wolverine dos quadrinhos ou do cinema.

Além disso, a história também é meio incoerente. Um dos inimigos de Wolverine, a certa altura, fica sabendo que há uma arma que pode acabar com ele. Mas no momento decisivo, ele usa o tal trabuco para outra coisa totalmente diferente, como se sempre soubesse que a tal arma não serviria para o propósito inicial. E a tal coisa diferente que ele faz com a arma [estou me esforçando para não estragar a “surpresa” para quem ainda não viu] é bem difícil de engolir. Ainda mais quando sabemos que nosso herói tem como poder principal a capacidade de regenerar qualquer parte do corpo.

E por falar no “nosso herói”, vamos agora dizer por que o Wolverine do filme não é tão legal quanto o dos quadrinhos. Não vamos ficar reclamando que no original Logan não foi criado pelo meio-irmão, que seu grande amor teve uma história totalmente diferente ou que não foi assim que aconteceu depois que ele recebeu o adamantium (que virou até metal extraterrestre no filme). O maior problema é que o baixinho enfezado não age como no filme, ele não é tão sofredor, tão preocupado com os outros, tão bonzinho. Não tem musiquinha dramática ao fundo cada vez se estrepa emocionalmente. O Wolverine original não acusa o golpe, não se mostra abatido, não faz carinha de quem está triste. Ele é durão e tem um jeito displicente que é uma das coisas mais legais nele. A outra característica que foi ignorada no filme, mesmo quando citada, é a selvageria do personagem. Em momento nenhum ele mostrou como fica quando perde o controle. E olha que não faltou oportunidade para isso, mesmo no fraco roteiro. Em certo momento, Logan manda um recado para um dos inimigos, dizendo “se você queria um animal, agora você terá”. Mas fica só na ameaça. O Wolverine de verdade não diz que será um animal. Ele simplemente vira um, sem avisar a ninguém (nem a si mesmo). E coitado de quem estiver por perto.

Talvez contar apenas a história fiel de Wolverine não daria um bom filme. Para os fãs do cinemão (que tem a grana para fazer um filme com um orçamento como este), é preciso mesmo seguir algumas regras. Simplesmente mostrar Wolverine descobrindo seu poder, adotando o nome de Logan, vivendo como animal entre lobos, morando com índios, se apaixonando por uma nativa, trabalhando para o exército canadense, passando um tempo aprendendo a lutar no Japão, se apaixonando de novo por lá, batalhando na Segunda Guerra, indo trabalhar para uma equipe paramilitar, recebendo implantes de memórias falsas, tendo implantado o adamantiun contra sua vontade, virando um verdadeiro animal, sendo resgatado para a humanidade por outro super-herói canadense, tornando-se um agente mascarado com o codinome Wolverine e, finalmente, sendo recrutado para os X-Men não seguiria a fórmula de sucesso de Hollywood. Faltariam elementos como um grande vilão, um objetivo claro, as dificuldades para se chegar a ele e, por fim, a forma como vencer o obstáculo. Por isso não vou reclamar de a trama não ser fiel aos quadrinhos.

Mas alguns elementos mais fortes dessa trajetória podiam ser usados em uma trama que não precisasse misturar (e descaracterizar) personagens que não têm nada a ver com a vida pregressa de Logan (como uma Emma Frost sem telepatia, Deadpool com poderes estranhos, Blob magro) e sem desprezar questões fundamentais do personagem, como a luta contra seu instinto animalesco (que não é mostrado em profundidade) e a perda da memória (usada só no final). Parece ter havido uma preocupação maior em amarrar a trama com o primeiro filme dos X-Men do que mostrar quem é o amargurado, traumatizado, controvertido e experiente Wolverine, um dos anti-heróis mais cultuados dos quadrinhos. Uma grande frustração.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Dez frases de mães para seus filhos famosos:

“Já que não dá pra ganhar um título da F1, me dá um título de sócia do Pinheiros mesmo…”, mãe do Rubinho Barrichello

“Obrigado, filho. Mas o que eu vou fazer com mais um Habeas Corpus?”, mãe do presidente do STF, Gilmar Mendes

“Filha, não precisa de presente. Já estou feliz pela chegada do Sandrinho, meu novo neto”, mãe de Suzana Vieira

“Filho, também adoraria ganhar o fogão”, mãe do técnico Cuca, do Flamengo

“Ai, filho! Não precisava me colocar de sócia nessas empresas todas, obrigado!”, mãe do senador Renan Calheiros

“Filhinho… Nada contra, mas você só sabe dar bolsa?”, mãe de Luís Inácio Lula da Silva

“Obrigado pelos presentes, pai nosso”, Associação de Mães dos Filhos do presidente paraguaio Fernando Lugo

“Filhinho, obrigado pelo dinheiro e pela máquina de lavar”, mãe do empresário Daniel Dantas

“Adorei o vestido, meu filho. Não agüentava mais ganhar passagem aérea todo ano”, mãe do deputado Michel Temer

“Já vi que esse ano não vou ganhar presentinho nenhum”, mãe de Chiquinho Scarpa

Dez merdas em que você precisa acreditar ao navegar em sites pornográficos

– Quando uma mulher está num banheiro público e, de repente, surge um pênis através de um buraco na parede, ela acha a situação estranha, mas invariavelmente o coloca na boca.

2 – Todas as mulheres com maria-chiquinha e roupa de colegial são realmente adolescentes.

3 – Quando um entregador de pizza chegar à casa de uma mulher carregando uma embalagem na vertical, a moça vai convidá-lo a se sentar e abrirá a caixa no colo dele. Quando encontrar um pênis ereto saindo do meio da pizza, ela vai pegar no membro e lhe aplicar sexo oral.

4 – Todos os vídeos e fotos da categoria “incesto” são realmente feitos com pessoas de uma mesma família. O mesmo acontece nos sites que mostram mães ensinando as filhas a fazer sexo da maneira correta com seus namorados depois de flagrarem o casal.

5 – A mulher fazer sexo anal com um parceiro com um pênis de mais de 25 centímetros e ostentar um largo sorriso o tempo todo é algo corriqueiro.

6 – Flagrantes de casais formados por pessoas comuns fazendo sexo em vídeos com os melhores ângulos, luzes apropriadas e câmera com boa resolução realmente não foram encenados.

7 – É possível a mulher continuar gemendo como se estivesse tendo um orgasmo mesmo quando está apenas fazendo sexo oral em seu parceiro.

8 – Se um homem oferecer alguns poucos dólares a mulheres na rua para fazerem sexo com ele e serem filmadas, nenhuma delas se sentirá ofendida e precisará de apenas alguns segundos para aceitar a empreitada.

9 – Sites realmente põem anúncios recrutando mocinhas para um teste para um programa de TV e só na hora avisam às candidatas que elas farão uma cena para um site pornográfico, da mesma forma que aquelas atrizes realmente ficaram surpresas com a situação e estão fazendo sexo para as câmeras pela primeira vez.

10 – É muito comum que no setor VIP das festas em clubes noturnos, mulheres fiquem se beijando loucamente até que chegue um homem para possui-las ali mesmo.